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Há 3 ou 4 anos, eu estava esperando um amigo no shopping pra que fôssemos no cinema. Esse tal amigo esqueceu a carteira em casa e só se deu conta disso no meio do caminho. Voltou pra buscar e me ligou pra avisar que chegaria mais ou menos 1h30 atrasado. Ótimo. O que eu, senhora-odiadora-de-shoppings, iria fazer por 1h30 no shopping? Fui pra livraria, claro. Assim que entrei, uma capa me chamou a atenção. “Cilada”. Li a sinopse, amei. Comprei. Sentei la na poltroninha e me pus a ler. 

De repente senti uma mão no meu ombro, quando me dei conta, duas horas haviam passado e meu amigo estava do meu lado. Eu já tinha lido praticamente metade do livro, mas como meu amigo tinha chegado, fomos pro cinema. O pior filme que eu já vi na minha vida (A Perseguição, pra quem quiser saber qual filme nunca ver, ou qual filme indicar pra quem você odeia), nunca vi um filme tão parado e chato quanto aquele. Mais um agravante: eu PRECISAVA saber o que aconteceu com a Haley, PRECISAVA saber como o Dan se safaria daquela. Como era possível um filme demorar tanto assim pra acabar? 

Bom, demorou, mas acabou, finalmente, graças ao meu bom deus. Me despedi do meu amigo e voei pra casa, devorando o livro no ônibus mesmo. Passei a noite lendo, acabei o livro naquele mesmo dia e no outro dia tive que ir trabalhar. Só que, em vez de eu me preocupar com o meu sono, com o meu dia se arrastando no trabalho, eu só queria que chegasse o final do expediente porque, uau, eu precisava de mais livros daquele tal de Harlan Coben. Será que era um golpe de sorte ou o cara era mesmo um gênio?

Conclusão: foi um livro a cada dois dias. Nunca tinha ficado tão imersa em histórias inventadas. Nunca pensei que existisse alguém com tamanho talento, com tamanha habilidade de transmitir sentimentos. Harlan não cria personagens, Harlan cria vidas. Vidas que você quer acompanhar de perto. Vidas pelas quais você torce, sente, sofre, sorri e chora junto.

Eu sempre tive vontade de escrever, sempre tive essa necessidade de passar pensamentos pro papel. Conforme eu lia as obras do Harlan, mais ele me inspirava a escrever. “Eu quero ser um décimo tão boa quanto ele”. Ficava ansiosa pra saber quando o próximo livro seria lançado, então passei a acompanhar bem mais de perto todos os seus trabalhos. Por consequência, acabei percebendo que ele não era admirável só em questão de talento, e sim como ser humano. Os textos que postava sobre suas experiências, a forma como fala da própria família, como demonstra sua gratidão a todos que o ajudam (inclusive a pessoas como eu - fã de corpo, alma e coração). Então fui me apegando não só às suas obras, mas sim à pessoa dele. Conhecê-lo e abraçá-lo se tornou um dos meus maiores sonhos. Eu precisava saber se ele era mesmo real, se aquele homem magnífico era mesmo o príncipe que demonstrava ser de longe.

No começo desse ano, resolvi mandar um e-mail pra ele, só pra que ele soubesse que aqui, perdida no Brasil, tinha uma fã apaixonada e completamente inspirada por ele. Mandei na esperança que, por sorte, ele chegasse a ler. Minutos depois de enviado, recebi uma resposta daquelas automáticas da equipe dizendo que ele recebia muitos e-mails, que não era pra eu me chatear, o e-mail seria passado pra ele, mas não era pra ter esperança de uma resposta. Ok. Superei. Como? Lendo, óbvio. Quando acabei de ler “Fique comigo”, estava curtindo aquela sensação indescritível pós-Harlan e postei um tweet, como já havia feito tantas vezes, mencionando meu ídolo e minha vontade de qualquer dia desses ler a notícia anunciando que ele viria pro Brasil, e fui dormir.

Acordei, dia normal, vida que segue. Até que eu abro meu twitter:

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Surtei, como pode imaginar. Meu coração não cabia dentro de mim de tanto que inflou de felicidade só pela possibilidade de tê-lo pisando no mesmo chão que eu.

Aí eu abri minha caixa de e-mails:

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Tem noção do que é ser incentivada pela sua fonte de inspiração? Tem noção do que é receber essa resposta depois de já ter se conformado que o e-mail nem chegaria a ser lido por ele?

Foram muitas “pequenas” alegrias que ele me deu, favoritando tweets ou fotos no instagram quando eu postava algum livro dele. É incrível saber que seu ídolo te enxerga, te dá atenção e valoriza o amor e a dedicação que você tem por ele. E eu achei que ele não poderia me deixar mais feliz. Foi aí que a Editora Arqueiro anunciou que, sim, Harlan Coben estaria presente na Bienal do Livro em São Paulo! MEU DEUS! Bienal do Livro, em São Paulo… NA MINHA CIDADE! Eu não podia acreditar que eu veria o Mestre Harlan Coben. Eu estava esperando que, há qualquer momento, a Editora informasse que foi um engano. Mas não informou. O dia foi se aproximando e o medo começou a tomar conta de mim. 200 senhas pra conhecê-lo, pra ter um lugar na sessão de autógrafos que ele faria naquele único sábado glorioso. Apenas 200 pra toda aquela legião de fãs. Não ia dar, não ia dar, ele estaria aqui e eu não conseguiria vê-lo, meu deus, Arqueiro, por que só 200? Não façam isso comigo. NÃO. Eram 200 senhas e uma só eu. Claro que daria. Eu não perderia isso por nada, nem que eu tivesse que dormir lá na porta. 

Depois de uns dias de agonia, fazendo planos e arrumando bolsas com edredon e travesseiro pra acampar no pavilhão, a Arqueiro libera a notícia de mais 200 senhas. O DOBRO. Agora sim. O medo foi embora? Claro que não. Chegou o grande dia, cheguei lá um pouco depois das 6h da manhã. As senhas seriam distribuídas a partir das 8h. Quando cheguei, eu claramente estava entre os primeiros 200, mas cada vez que eu olhava pra fila a minha frente, parecia maior, mais cheia. E o medo começou a me dominar. E se eu não conseguisse? Impossível, tira esse pensamento negativo da cabeça, Isabella. Até que a fila começou a andar. Chegou minha vez. A pulseirinha vermelha estava de fato no meu braço. Eu tinha conseguido, eu veria meu carequinha bem de perto e, com sorte, o abraçaria e a foto oficial ficaria postável.

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Era emoção demais, expectativa demais, ansiedade demais. Mas o sufoco ainda não tinha acabado. Empurra empurra na entrada a parte, a palestra era sujeita a lotação. Eu não podia perder uma palestra feita pelo Mestre. Simplesmente não podia. Então, se me empurraram, empurrei mil vezes mais. Ninguém ia tirar aquilo de mim. Ninguém ia me fazer perder a chance de realizar meu sonho. Fiz o possível e consegui, eu estava lá, sentada bem pertinho de onde, em minutos, estaria meu ídolo.

Quando ele entrou… Indescritível! Eu não consegui conter as lágrimas. Foi a primeira vez na minha vida que chorei de felicidade. Senti o coração tão leve e cheio da mais pura satisfação que não coube dentro de mim, escorreu pelos olhos. Foram as lágrimas mais gostosas da minha vida. Eu achei que não poderia melhorar. Que eu nunca conseguiria ficar tão feliz quanto fiquei naquele momento, mas quando eu subi aquela rampa e chegou minha vez de ter meus livros autografados, eu notei o quanto eu estava errada. Quando ele olhou pra mim, sorriu e disse “Hello, how are you?”, a felicidade que eu tinha sentido momentos antes não chegava nem perto da felicidade que me dominou ali, quando eu subi e ele me abraçou. Eu realmente consegui. Meu sonho tinha se realizado! E eu tinha eternizado isso não só na minha mente e no meu coração, mas em uma foto que vou guardar pra toda eternidade. 

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O príncipe existe mesmo. E é muito mais admirável do que eu esperava. Eu, que já o mantinha tão em alta conta, tive minhas expectativas totalmente superadas. Não existem palavras o suficiente nesse mundo pra expressar o tamanho da minha alegria e gratidão por ele ser essa pessoa maravilhosa que é.

Mesmo depois de ir embora do meu país, continuou demonstrando todo seu carinho e atenção. Continuou mostrando o quanto é digno de todo sucesso que faz e carinho que recebe.

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Obrigada, Mestre! Por favor, volta logo. ♥♥♥


Texto 25.August | 1 | Reblog this!
The only people up at 3 am are in love, lonely, drunk, or all three.
— (via x)

(via betterdrunkthanbroken)

Quote 18.August | 150998 (Source) | Reblog this!
E quando alguém me perguntar como eu estou, direi que estou bem. Andarei até uma mesa de bar, e falarei pra mim mesmo que você não sai da minha mente, e pra não precisar gritar isso pra todo mundo, bebo até cair, esperando que alguém me leve pra casa, ou até mesmo de deixem sossegado ali.
Cartas dos Derrotados. (via romeuemcrise)

(via betterdrunkthanbroken)

Quote 18.August | 2402 (Source) | Reblog this!

When Lilo explains about how she desperately needed to give Pudge the fish a peanut butter sandwich because he controls the weather, it seems that she is just being random, but there is reason behind it: Lilo’s parents died in a rainstorm. [x]

:”|

(via sambergandys)


Video 18.August | 13759 (Source) | Reblog this!

Your work has been a gift to mankind. You shaped a century. And I need you to do it one more time. Society is at a tipping point, between order and chaos. Tomorrow morning we’re gonna give it a push. But if you don’t do your part, I can’t do mine. And HYDRA can’t give the world the freedom it deserves.

(via sambergandys)


Video 18.August | 4444 (Source) | Reblog this!

Foram 10 dias. Dez dias sem brigas, porém sem alegria. Você disse que se o perdesse, seria porque tentou, e tentou mesmo. E perdeu. Não ele, mas a vontade de tapar o sol com a peneira. A vontade de continuar com algo que sabe que não vai pra frente. 

Você sempre foi desse jeito, nunca quis perder tempo, por mais agradável que seja estar com ele quando tá tudo bem, não havia sentido em continuar sendo que, quando você precisou de um ombro, um apoio, não veio dele. Veio de onde você jamais imaginou, menos de onde você esperou. Menos de onde precisava vir.

Na hora do desespero, na perda iminente, as palavras vieram, aquelas palavras que você esperava ter ouvido no momento que eram necessárias, aquele “desabafa, to aqui pra você” e não o “vou te dar espaço”.

A verdade é essa: daqui uns anos, você não se vê com ele. Ele não é o tipo de cara que você espera passar o resto da vida junto. Na realidade, quando você imagina sua vida daqui uns anos, você se imagina bem sucedida, concursada, formada e tudo o mais, mas sozinha. Não sozinha-solitária-amargurada. Sozinha-bem-resolvida, sozinha-não-mal-acompanhada. Sozinha e tranquila. Com seu videogame, seus livros, suas obrigações e suas vontades, ter alguém de vez em quando, mas não pra vida toda.

Não sei se é essa a maneira ideal de se viver, e não é nem de longe a mais aceita pelas pessoas ao redor, só que é meio cansativo e já tá um tanto batido demais esse protótipo de vidinha medíocre que você só é feliz se casar, tiver filhinhos e viver pra família. Ué! Você vive como achar melhor, como for mais feliz, e se for assim que você quer, assim será. Tire sua habilitação, compre seu carro, seu apartamento e viva! 

O maior erro das pessoas é insistir em colocar nos ombros de outra pessoa a própria felicidade. Sua felicidade só pode depender de você! Como você sempre diz: felicidade é escolha, é estilo de vida, não algo a ser encontrado. Então faça sua própria felicidade, não use dos estereótipos sociais pra moldar sua doutrina, siga seus princípios, suas vontades, viva como quer viver, independente do julgamento alheio, porque, sim, sempre vai ter gente desocupada pra te julgar, sempre vai ter gente com louça acumulada na pia porque prefere ficar na janela curiando sua vida ou de quem der abertura.


Texto 17.August | | Reblog this!

nerdsandgamersftw:

Batman Art Prints

By UvinArt 

(via wouldyouliketoseemymask)


Video 17.August | 2469 (Source) | Reblog this!

Dizem que existe limite pra lindeza. ♥

(via portgas-dee-ace)


Video 17.August | 1533 (Source) | Reblog this!
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